21/08/2012



LIMITES DA LIBERDADE CRISTÃ
Propósitos de Uma Liberdade Com Limites
Gálatas 5

O fato de Cristo nos haver libertado da escravidão da lei não significa que nos libera da restrição moral, mas nos coloca sob uma lei superior, a lei do amor. O conceito que a sociedade tem acerca da liberdade é diametralmente oposto ao conceito de Deus, pois o que ela ensina e vive não é uma “liberdade” e sim uma libertinagem, liberdade não é estar livre para fazer o que quer, e sim viver os limites que essa liberdade tem, do contrário não é liberdade e sim escravidão da vontade humana e carnal.
1. UM LIMITE COM O PROPÓSITO DE NÃO SATISFAZER A VONTADE CARNAL
· Gl. 5: 13 - Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade; porém não useis da liberdade para dar ocasião à carne; sede, antes, servos uns dos outros, pelo amor.
Paulo não está limitando todas as vontades carnais, porque existem certas vontades da carne que não constitui pecado. Ele está se referindo a vontade produzida pela natureza humana decaída pelo pecado. A palavra grega aqui traduzida por “ocasião” “APHORME” era usada no contexto militar referindo-se a um lugar do qual se lança uma ofensiva, ou uma base de operações. Portanto significa um lugar vantajoso, e assim uma oportunidade ou pretexto. Assim a liberdade que temos em Cristo para nos aproximarmos de Deus em santidade, resistindo às inclinações carnais.
João 8: 34 - Replicou-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: todo o que comete pecado é escravo do pecado.
2. O PROPÓSITO DE LIMITAR OS INTERESSES PESSOAIS EM BENEFÍCIO DO PRÓXIMO
Gl. 5: 13,15 - Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade; porém não useis da liberdade para dar ocasião à carne; sede, antes, servos uns dos outros, pelo amor. Se vós, porém, vos mordeis e devorais uns aos outros, vede que não sejais mutuamente destruídos.
 A liberdade cristã não é liberdade para fazer a minha vontade sem respeitar o bem-estar do meu próximo. A liberdade cristã é serviço, não egoísmo; é também uma forma de escravidão: não escravidão para com a nossa carne, mas para com o nosso próximo.
Somos livres em nosso relacionamento com Deus, mas escravos em nosso relacionamento com os outros, é isso o que significa amar o próximo.
Gl. 5: 14 - Porque toda a lei se cumpre em um só preceito, a saber: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. 
Na verdade, amar uma pessoa não é possuí-la para mim, mas servi-la para ela mesma.
CONCLUSÃO – Essa é a liberdade com a qual “Cristo nos libertou”.
·Gl. 5: 1 - Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois,
firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão.
E para qual fomos “chamados”. Devemos permanecer firmes nela, sem recair na escravidão de um lado, ou na licenciosidade de outro.
                           Pastor Juarez Santos

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