LIMITES DA LIBERDADE CRISTÃ
Propósitos de Uma Liberdade Com Limites
Gálatas 5
O fato de
Cristo nos haver libertado da escravidão da lei não significa que nos libera da
restrição moral, mas nos coloca sob uma lei superior, a lei do amor. O conceito
que a sociedade tem acerca da liberdade é diametralmente oposto ao conceito de
Deus, pois o que ela ensina e vive não é uma “liberdade” e sim uma
libertinagem, liberdade não é estar livre para fazer o que quer, e sim viver os
limites que essa liberdade tem, do contrário não é liberdade e sim escravidão
da vontade humana e carnal.
1. UM LIMITE COM
O PROPÓSITO DE NÃO SATISFAZER A VONTADE CARNAL
· Gl. 5: 13
- Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade;
porém não useis da liberdade para dar ocasião à carne; sede, antes, servos uns dos outros, pelo amor.
Paulo não
está limitando todas as vontades carnais, porque existem certas vontades da
carne que não constitui pecado. Ele está se referindo a vontade produzida pela
natureza humana decaída pelo pecado. A palavra grega aqui traduzida por
“ocasião” “APHORME” era usada no
contexto militar referindo-se a um lugar do qual se lança uma ofensiva, ou uma
base de operações. Portanto significa um lugar vantajoso, e assim uma
oportunidade ou pretexto. Assim a liberdade que temos em Cristo para nos
aproximarmos de Deus em santidade, resistindo às inclinações carnais.
João 8: 34 - Replicou-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: todo
o que comete pecado é escravo do pecado.
2. O PROPÓSITO
DE LIMITAR OS INTERESSES PESSOAIS EM BENEFÍCIO DO PRÓXIMO
Gl. 5:
13,15 - Porque vós, irmãos, fostes chamados à
liberdade; porém não useis da liberdade para dar ocasião à carne; sede, antes,
servos uns dos outros, pelo amor. Se vós, porém, vos mordeis e devorais uns
aos outros, vede que não sejais mutuamente destruídos.
A
liberdade cristã não é liberdade para fazer a minha vontade sem respeitar o
bem-estar do meu próximo. A liberdade cristã é serviço, não egoísmo; é também
uma forma de escravidão: não escravidão para com a nossa carne, mas para com o
nosso próximo.
Somos
livres em nosso relacionamento com Deus, mas escravos em nosso relacionamento
com os outros, é isso o que significa amar o próximo.
Gl. 5: 14
- Porque toda a lei se cumpre em um só preceito, a
saber: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.
Na
verdade, amar uma pessoa não é possuí-la para mim, mas servi-la para ela mesma.
CONCLUSÃO
– Essa é a liberdade com a qual “Cristo nos libertou”.
·Gl. 5: 1
- Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei,
pois,
firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão.
firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão.
E
para qual fomos “chamados”. Devemos permanecer firmes nela, sem recair na
escravidão de um lado, ou na licenciosidade de outro.
Pastor Juarez Santos

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